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segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Eu não minto , n pq n sei fazer isso , mas pq n tenho motivos que me mostrem que isso alcança mais que minha própria forma.

Eu andei conhecendo umas pessoas e uma coisa q percebi foi resumindo : as pessoas não acreditam em mim 🤣🤣 e quando acreditam acreditam não acreditando 🤣🤣🤣
Gente eu não minto , explicação mais simples mas nem tão simples , pq eu não sou nada simples de entender não.
EU NÃO MINTO.
Mas finjo demência , isso sim. N q seja mentira mas é o que dá pra arcar com alguns momentos e me deixar centrado. Não deixa de ser eu , só fico caótico pra não explodir. É um fingimento , mas não é.
A melhor forma de dizer isso é , é um resumo onde vc vê O QUE VC QUER VER , e jura que eu n tô vendo o contexto todo pq vc n me viu por completo.
Eu tbm considero isso uma forma de fingir demência , mas tem gente que usa da mentira , eu não , mas se vc mente muito vc n vai conseguir perceber alguém que fala a verdade.
Mesmo que seja a verdade que aquilo é só um personagem , mas tbm sou eu.
Que confuso ... Eu sei... Mas n é não , só basta aceitar.
É uma omissão pro bem. Todo ser humano da isso , alguns usam da mentira , pq n tem bases sólidas , eu já uso das várias verdades que tenho sólidas graças a Deus do meu presente e do meu passado.
Acredite ou não , n vai mudar , por isso que tenho uma consciência tão tranguila na real.
Espero ter sido claro pq n vou mais explicar isso.
Meu problema é outro ... mais profundo e mais sombrio, se chama se fazer compreendido , e sim já tive isso , então eu sei que consigo achar.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

A realidade

Existe formas de modificar a própria realidade ? Eu me pergunto se em pratica existe uma maneira de  realmente um ser humano a conectar-se a outro ser humano.
Creio a única forma seja a própria arte que possui uma linguagem universal e atemporal e por esse alcance e conforme essa necessidade , ela foi criada (?) , não há por que deixarmos opiniões e ou coesões externas nos ditar o que e como podemos ser ou nos tornar ,  isso sempre é projeção , isso sempre é o sentido da vida de cada um , todos possuem padrões de referências conforme suas próprias experiências pessoais.
Isso me põe em uma visão meio que estranha , seria a mente de cada ,um universo , um mundo pessoal onde os demais se tornariam coadjuvantes desse cenário conforme o grau de consciência  onde cada qual ver o real ? Sendo assim nada realmente existe e tudo mais não passa de semente  em um pensamento de quem o observa , como se assim todos fossem uma consciência única e universal brincando de formas de não ser sozinha , uma maneira criativa da existência , tudo é uma coisa só e ao mesmo tempo não se comunica porque sendo um só a solidão e a dor de não existir sem a observação do outro não o faria ter motivo.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Otimismo prático

Um ponto constitutivo do otimismo prático schopenhaueriano: ''quem morre não desaparece; todos somos a essência cósmica una e indivisível. Vivemos em todos os seres da natureza, e eles vivem em nós. A morte não é real, muito menos dolorosa; doloroso é o sofrimento. Morrer é tão natural quanto viver. Nascimento e morte são apenas aparências da vontade e se pertencem reciprocamente. Enquanto milhares desaparecem todos os dias, outros milhares nascem em seu lugar. A vida contém a morte, a morte contém a vida, e ambas são fenômenos de um mesmo querer. Apenas a consciência individual é interrompida no morrer; porém, também no sono ela o é. O sono é uma pequena morte; e a morte, um grande sono, do qual cada um acorda ao nascer: quando viemos ao mundo, na verdade acordamos de uma morte anterior. Morrer significa nascer; nascer significa morrer.''

Há um propósito de se ter consciência da morte além da angustia de o ter?


A morte deve ser usada como um tipo de motor que nos impele a produzir arte , para mim o proposito de se ter propósito na vida é ter uma linguagem universal que tente ultrapassar qualquer referência pessoal , e a arte o pode fazer. A morte é o ato de pensar na angustia de ir ao nada , mas é exatamente da onde viemos e desse parentesco deve-se ser retirada a visceralidade ,a razão fisica de expressar o inexprimivel quando não há existência.A morte é só um motor , um empurrão do ato de pensar em ser consciente da consciência , o demais disso , não vale de nada sobre esse tema.

Aforismo de começo.

Eu quero e vou criar uma expressão para um proposito universal, que seja aquém de referências pessoais , que estas orientem mas não sejam o caminho a ser percorrido.

A vida é uma linda produção de arte

Então o que é essa vida ?
O que é viver a  vida?
Esta é uma vida real?
Ou é somente fantasia?


Parece tolo o que acabei de escrever mas não o é , deixe-me explicar o que aprendi.
A vida é um proposito sem proposito e a própria morte é um caminho que nos foca a buscar algum proposito e a ele ser disciplinado , assim produzir algo ou sentir algo (o que já um ato de produção já que não é plenamente real) é o enfoque ,no entanto esse sentir é meio que somente disperdiçado caso não haja uma produção física.
A vida é real, o somente sentir não o é , sendo assim temos que tornar real esse dom de pensar em pensar , o ato de ter consciência de ser consciente nos leva a ter que amar , infelizmente há humanos com limitações psiquicas que não os levam a amar vide sociopaticos que sabem a letra mas não entendem bem a melodia , ou ouvem a melodia mas não entendem a letra , o ideal é algo no meio disso , o cinza é a melhor cor.
A vida é  ter a coragem de encarar ela como é e ama-la como é , viemos do nada , para o nada iremos e no meio disso existe angustia , esse proposito é a falta de proposito e o motivo disso é uma folha em branco , um quadro ou uma canção a ser feita.
A vida é uma produção linda de arte.
Produzir arte é viver.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Você quer escrever livros ou ser escritor ?

Você quer escrever livros ou você quer ser escritor? Sim, existe uma diferença entre um desejo e outro.

Se você quer escrever livros, você deseja ser um autor.

Você acredita ter ideias originais para desenvolver boas histórias. Você acredita que algumas dessas histórias tem o potencial de despertar o interesse de um grande número de pessoas e do mercado editorial. Seu grande objetivo é desenvolver a habilidade de manter o leitor interessado no enredo da sua história, da primeira linha até o último ponto final. Você enxerga palavras como ferramentas para transmitir suas ideias e pensamentos para o leitor.

Se você quer ser escritor, você deseja ser um pensador.

Você acredita que sua visão peculiar sobre o mundo pode enriquecer a forma como outras pessoas constroem suas realidades. Você acredita que suas palavras têm o potencial de levantar perguntas sobre temas universais, consciente de que tais questionamentos são mais importantes do que as respostas. Seu grande objetivo é desenvolver a habilidade de fazer o leitor olhar para o mundo a partir de uma perspectiva diferente, mais rica, mais complexa, mais plural. Você enxerga palavras como aliadas na sua busca por expressar para o leitor a complexidade da experiência humana.
Se você decidir que quer ser escritor, abaixo estão quatro das dicas mais importantes que o José Jorge Letria compartilha nesse vídeo:
1. “Ser escritor é […] um trabalho rigoroso e exigente. E que ninguém se convença que só por ter jeito ou habilidade consegue tornar-se escritor.”
2. “Raro é o dia em que eu não escreva. Com disciplina, com dedicação e com exigência. Só assim um autor pode conquistar o seu lugar e assumir-se também como um profissional daquilo que faz.”
3. “Escritor, como um músico, um pintor, como um coreógrafo […] precisa de ter uma enorme dedicação, uma grande capacidade de entrega àquilo que escolheu para ser o seu trabalho.”
4. “Se quiserem ser escritores, escolham esse caminho sem hesitação, mas sempre com a convicção de que é preciso trabalhar muito para se merecer esse título.”

Sobre o Autor

Diego Schutt combina ideias de teoria literária, dramaturgia e psicologia social para ajudar escritores iniciantes e experientes a desenvolver textos com mais confiança, foco e impacto. Sua formação técnica em escrita criativa inclui cursos e oficinas no Brasil, Austrália, Suíça, Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Japão. Há 7 anos, ele escreve e edita o Ficção em Tópicos, o site mais completo sobre storytelling em Português.