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sábado, 4 de julho de 2015

Vai e acaba de ver, não é tão longo.



Me culpa.Por favor culpa-me!
Eis que estou a contemplar o que não me percebo...
Olha-me e  grita com olhos de misericórdia
E faz-me pensar...
 Num desdenho : rir e veja , sente e contempla.Começamos então...
Esquivo-ti , de ti corro , de ti me apodreço , de ti me consumo e como-me , de ti me alimento...de ti ódio de ter a  ti... de ti só quero fugir...
Cocais me batem (não rir disso também?Ouve o tapa que não ver!)  
Ouve o som  e (sei) que quer na tua lua (em mim agora) fazem (faz) (...). (sangues e pesares...) , me batem (bate) a cara e o corpo , me batem o que quero correr... no êxtase de minha mente  até quero  uivar (vem lobo e me estraçalha!) ,de ti minha fuga abrasa e oh tento fingir (fugir)!
Fingir um primeiro e suspeito pensar... de ti , amaldiçoado , só quero só e só.(fugir).
Dei-me dois litros , dois venenos para minha certeza e na sobra desse tendêncioso olhar (torto), vem cego e sem tato, mate-me  a palatável vontade amarga e chocolate de cacau (amarga já disse) vontade de observar de longe e não ser eu , de por um instante morrer em mim e me encontrar em desdenho a (por) mim... haha... piada ...
Isso culparar-me-á , restarar-me-á (me saciará em relaxo) ... quando estourar em paladar...
O gosto do (Eu) fugir de (ti).
Autor : Átila Silva Carvalho Reis.